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Florestas Uai será um evento carbono neutro

O Encontro da Indústria Florestal de Minas Gerais será um evento neutro em carbono. O Florestas Uai compensou as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) por meio da aquisição de créditos de carbono originados em projetos florestais do Grupo Plantar, registrados na ONU. As empresas Onearth e Plantar Carbon foram responsáveis em quantificar as emissões que serão geradas no evento. Os cálculos são provenientes de processos de organização e infraestrutura logística, consumo de energia e com base em estimativas de resíduos gerados.


A importância de atividades como o plantio e manejo de espécies exóticas e de valoração de produtos florestais destinados às cadeias produtivas, se soma ao potencial de conservação de áreas verdes nativas. O avanço de tecnologias pioneiras no Brasil, como o uso de carvão vegetal na indústria do cimento e na produção de “aço verde”, são indicativos deste potencial econômico e de proteção do clima.




O Painel 3 do Florestas Uai abordará o potencial de investimentos verdes e mercados internacionais de carbono. Globalmente, houve crescimento de 6% das emissões entre 2020 e 2021, cerca de 36,3 bilhões de toneladas de CO2. Cada crédito de carbono negociado no mercado internacional equivale a uma tonelada de CO2 removida da atmosfera.

Juntos, os mercados voluntários de carbono e o regulado da ONU movimentaram em torno de US$ 851 bilhões no ano passado, segundo a agência de notícias Reuters. O recorde de transações apontou o crescimento de 164% no valor de negócios em relação a 2020. Atualmente, os maiores mercados se concentram na Europa, China e Estados Unidos.


A compensação ambiental deve ser realizada na mesma proporção dos inventários de emissão de GEE das empresas poluentes. As metodologias de cálculo de emissões diretas e indiretas, certificadas nos mercados de carbono internacionais, incluem atividades primárias e de fornecedores de insumos e serviços em cadeias de valor. Grande parte da geração de créditos certificados a partir das atividades florestais está contemplada nos mercados voluntários, que deverá atingir US$ 300 bilhões nos próximos 10 anos. O potencial do setor florestal brasileiro para mitigar, reduzir ou compensar emissões de vários setores da economia, a partir da preservação de áreas naturais ou criação de florestas, é enorme, podendo certificar até 80 vezes mais créditos a partir de projetos originados no Brasil.


“A relevância das florestas na mitigação das mudanças climáticas está comprovada nos mercados regulado e voluntário de carbono. As florestas plantadas permitem ganhos ambientais nos processos produtivos de diversas indústrias como a química, de cimento e metalurgia. A Onearth desenvolveu know-how e tecnologia capazes de inventariar emissões de carbono para o setor florestal e segmentos de relevância econômica global. A Plataforma da Onearth processa dados e assegura transparência, rastreabilidade das informações e governança ambiental”, garante Marcio Artiaga, diretor da Onearth.

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